Ouvia e andava calada nesta estrada sem fim, neste grande erro!
- Sempre vais? - perguntava-te!
Chorava calada aos teus ouvidos, ouvia-se apenas todos aqueles soluços que apenas para nós tinham sentido e significado...
- Tens a certeza que queres ir ? - Insistia eu inumeras vezes...
Não vás a serio! Pensava para mim milhares de vezes...
Os meus olhos encheram e transboradavam a tristeza que deixaste!
Chamo por ti, no silêncio escuro de uma noite fria, de uma noite gelada onde nada se encontra. E toda aquela ausência já costume e frequente ainda me é de uma estranheza enorme!
Então vai, digo!
Vai sem saberes ao certo aquilo que tens no coração...
Eu
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